Muita poesia na força de redescobrir a vida, que nunca será como antes, mas que do futuro cuidem dele os que lá estiverem (é simples projeção do presente, presente que vc recebe hoje mesmo): então? não é à toa que o presente tem este nome; abra-o, sempre com prazer; é a tarefa da hora, do dia a dia (intensifiquemos as possibilidades de amar)
abraço,
moisés monteiro de melo neto
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
JANEIRO em Onze Mil CONFIGURAÇÕES, POR Jomard Muniz de Britto, jmb
1. Impossível ficar do lado de fora com todas
margens e mistérios.
2. O letramento nos conduz e até precipita entre
luzes e abismos.
3. Interrogamos Iluminismos. Intermediamos
Complexidades.
4. Sob. Sombras. Sabedorias. Sobras.
Da possível totalidade aos limites nada-ficantes.
5. Processo de percepção além dos sen-ti-menta-lismos.?!
Eterno conforto do Pai–Mãe–Família–Civilizações.
4. Sob. Sombras. Sabedorias. Sobras.
Da possível totalidade aos limites nada-ficantes.
5. Processo de percepção além dos sen-ti-menta-lismos.?!
Eterno conforto do Pai–Mãe–Família–Civilizações.
6. Impossível aletrar-se nos desejos de compreensão
e desatinos das pátrias deseducadoras.
7. Sejamos Errantesssssssss pelo BOI-NEON.
8. Socialismos dificílimos.
Kapitalismos propinadoloressss.
9. Não invejar consagrados nem louvar alter-na-ti-vos.
10. Tudo pode ser musicalidade.
Tudo seria extemporâneo.
Tudo convocaria ao NADA.
11. Impossível escapar dos amantes de
Freud Pereira.
Marx Weber Mota.
Jung Baobá Menezes.
Gerson do PSOLUAR.
Sartre Cortez.
Miró da R. da Alegria.
Joyce dos sexos e séculos.
Rosa de WASempre.
Ofélia sem Hamlet.
8. Socialismos dificílimos.
Kapitalismos propinadoloressss.
9. Não invejar consagrados nem louvar alter-na-ti-vos.
10. Tudo pode ser musicalidade.
Tudo seria extemporâneo.
Tudo convocaria ao NADA.
11. Impossível escapar dos amantes de
Freud Pereira.
Marx Weber Mota.
Jung Baobá Menezes.
Gerson do PSOLUAR.
Sartre Cortez.
Miró da R. da Alegria.
Joyce dos sexos e séculos.
Rosa de WASempre.
Ofélia sem Hamlet.
Para reinventar estéticasssss.
Outros Blocos da Saudade infinitamente
carnavalesca.
carnavalesca.
Agenda: dia 28 (quinta-feira) às 19h no auditório
da Livraria Cultura do Recife:
SARAU FILOSÓFICO DO BLOCO DO NADA.
Pelo exercício caligráfico nadificante.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
22º Janeiro de Grandes Espetáculos
Parabéns a todos da equipe do 22º Janeiro de Grandes Espetáculos. Os espetáculos trazem experiências como Processo de Conscerto do Desejo; Please, continue, Hamlet; A house in Asia; que testam os limites da cena com ousadia e descontração quase inusitada, sem deixar de abordar temas cruciais.



Processo de Conscerto do Desejo (Matheus Nachtergale)
Estes, dentre outros, de alto quilate, foram até ontem, claro, hoje continua!
Paula, Carla e Paulo: ficamos gratos!
Moisés Monteiro de Melo Neto
A house in Asia
Processo de Conscerto do Desejo (Matheus Nachtergale)
Estes, dentre outros, de alto quilate, foram até ontem, claro, hoje continua!
Paula, Carla e Paulo: ficamos gratos!
Moisés Monteiro de Melo Neto
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Paula de Renor fala sobre o 22º Janeiro de Grandes Espetáculos
Gostaria de compartilhar com todos que não puderam estar na abertura do 22º Janeiro de Grandes Espetáculos, a minha homenagem aos artistas, técnicos e produtores de Pernambuco:
Homenagem a todos voces que conseguiram suportar dos órgãos públicos as mesmas argumentações de décadas para justificar a falta de recursos para a cultura, camufladas na ineficácia de suas gestões!
A todos que suportaram ouvir mais uma vez a comparação da falta de recursos para a cultura com a falta de recursos para o saneamento básico!
Homenagem a vocês que desperdiçaram suas horas criativas mendigando nos gabinetes seus cachês há anos atrasados!
Homenagem a voces, que se inquietam e se manifestam ao ver nossa cidade ser retalhada e vendida e sem um simples acordo de contrapartida social ou cultural!
Homenagem a voces que continuam sobrevivendo, criando, emocionando e trabalhando com alegria.........
A todos voces eu,
Paula de Renor,
dedico meu trabalho neste JANEIRO!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
A ÚLTIMA NOITE DE KAFKA. Teatro, hoje, no Recife, às 20h
A ÚLTIMA NOITE DE KAFKA. Leitura dramatizada
HOJE, no Recife, às 20h
Teatro Hermilo Borba Filho
Os 20 primeiros ganharão obra completa do autor
Cláudio Aguiar
(Publicada pela Academia Brasileira de Letras)
O ator, dramaturgo e diretor
Moisés Monteiro de Melo Neto
interpreta Kakfa, hoje, no Recife
Últimos suspiros de Kafka
em: http://www.satisfeitayolanda.com.br/blog/2016/01/11/ultimos-suspiros-de-kafka/
Manoel constantino traça (junto com Moiséis Neto) o semitranse do escritor tcheco. Foto: Sayonara Freire
Franz Kafka (1883-1924) se conectava à vida pela escrita. Mas encarava a dura rotina de advogado empregado numa seguradora. Seu ideal era ser escritor em tempo integral. Esse judeu tcheco, tuberculoso, sofria a inclemência da vida numa Europa intolerante e antissemita. A Última Noite de Kafka, texto de Claúdio Aguiar, ficciona os derradeiros momentos da existência do escritor, alternando estado de lucidez e delírio, quando ele repassa sua vida e dialoga com alguns de seus personagens.
A leitura dramatizada do texto Aguiar, com direção de José Francisco Filho, ocorre nesta segunda-feira (11), a partir das 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho, no Bairro do Recife. No elenco estão os atores Manoel Constantino e Moisés Monteiro de Melo Neto. A apresentação integra a programação paralela do 22º Janeiro de Grandes Espetáculos.
Em março de 1924, a tuberculose laríngea de Kafka piorou. Em 10 de abril, ele foi para um sanatório perto de Viena. O texto de Cláudio Aguiar, escrito em versos, constrói a peça justamente neste ponto, quando o dramaturgo Cláudio Aguiar o flagra num delírio onde mistura sua vida e obra.
A causa da morte de Kafka aparentemente foi fome: a condição da garganta fez com que comer se tornasse uma atividade muito dolorosa para ele. Não havia meios de alimentá-lo. Naquele momento, ele estava editando Um Artista da Fome, no seu leito de morte, conto cuja composição tinha sido iniciada antes da sua garganta se fechar ao ponto dele não mais poder se alimentar.
Ele morreu no dia 3 de junho de 1924, em Klosterneuburg, na Áustria. Sua escrita captou a opressão que se instalou no século XX. Quase 100 anos depois da morte do autor deMetamorfose (1915), O Processo (1925), O Castelo (1926), O desaparecido ou Amerika (1927) prosseguimos uma existência cada vez mais kafkiana.
Outras duas leituras estão agendadas no 22º Janeiro de Grandes Espetáculos. São dois textos do teatro espanhol contemporâneo. A peça Os Corpos Perdidos, de José Manuel Mora, sob direção da paulistana Cibele Forjaz, será apresentada pelo elenco do Coletivo Angu de Teatro no dia 20 de janeiro, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. E A Paz Perpétua, de Juan Mayorga, dirigida pelo gaúcho Fernando Philbert, será desenvolvida pelo Grupo Magiluth, no dia 21, no Teatro de Santa Isabel. A entrada é franca para ambas as leituras.
Bowie morto, Bowie posto
David Bowie influenciou milhões de pessoas a construir um mundo melhor.
Morreu hoje e nos deixou com a sensação de que nem sempre a morte é um fim.
A matéria recompondo-se leva-nos a pensar em eternidade.
Reconstrução, não necessariamente com as mesmas características.
Somo seres que se consomem.
Não há morte, dizia Machado, só a supressão de uma coisa pela outra.
Há muitos estudos sobre Bowie.
Eu o amarei, amei, gosto.
Pronto.
Ícone do amor e da raiva.
luz que nunca se apaga.
Tchau, Bowie.
Hello, Bowie... come in...
Let´s dance, again?
Diz-nos Murilo Mendes:"Ninguém sonha duas vezes o mesmo sonho Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio Nem ama duas vezes a mesma mulher. Deus de onde tudo deriva E a circulação e o movimento infinito. Ainda não estamos habituados com o mundo Nascer é muito comprido." renasçamos , sempre: carpe diem!
Morreu hoje e nos deixou com a sensação de que nem sempre a morte é um fim.
A matéria recompondo-se leva-nos a pensar em eternidade.
Reconstrução, não necessariamente com as mesmas características.
Somo seres que se consomem.
Não há morte, dizia Machado, só a supressão de uma coisa pela outra.
Há muitos estudos sobre Bowie.
Eu o amarei, amei, gosto.
Pronto.
Ícone do amor e da raiva.
luz que nunca se apaga.
Tchau, Bowie.
Hello, Bowie... come in...
Let´s dance, again?
Diz-nos Murilo Mendes:"Ninguém sonha duas vezes o mesmo sonho Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio Nem ama duas vezes a mesma mulher. Deus de onde tudo deriva E a circulação e o movimento infinito. Ainda não estamos habituados com o mundo Nascer é muito comprido." renasçamos , sempre: carpe diem!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Reflexão nº1 (Murilo Mendes)
Ninguém sonha duas vezes o mesmo sonho Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio Nem ama duas vezes a mesma mulher. Deus de onde tudo deriva E a circulação e o movimento infinito.
Ainda não estamos habituados com o mundo Nascer é muito comprido.

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