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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Bons momentos 2014: O Rebu

No início impliquei com o remake da Globo, mas depois entrei no clima da festa.

https://profmoisesneto.blogspot.com.br



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

80 anos da morte de dois bandidos


Bonnie Elizabeth Parker, a famigerada norte-americana e seu namorado Clyde, líderes de assaltantes.. Ela e seu companheiro viraram lenda e inspiraram obras de arte. Por quê?
São contemporâneos do nosso casal Maria Bonita  e Lampião.
Quando vi o filme com Faye Dunaway e Warren Beatty, dirigidos por Arthur Penn, achei aquilo meio poético. Como acontece com Lampião e Bonita.
Pernambuco e Eua, unidos por sincronicidade.
Marginais a quem a sociedade não deu trégua e tornou superstar.
Do sertão à terra do Tio Sam: bang bang.
Revolta e perseverança numa estrada violenta.
Um réquiem maldito.
Banditismo por uma questão de classe, diria Chico Science.

Bonnie teve uma infância pobre e difícil com a mãe e os dois irmãos, depois que seu pai morreu quando ela tinha quatro anos, provocando a mudança da família de sua cidade natal de Rowena, Texas.
Apesar da infância na mais absoluta pobreza, ela era uma ótima aluna de inglês e redação, escrevia poemas, venceu um concurso e a trabalhou escrevendo introduções de discursos para políticos.

Seu primeiro marido Roy Thornton foi condenado a cinco anos de cadeia por roubo pouco tempo depois encontrou Clyde Barrow, um bandido com a sua mesma idade, aí ela largou tudo para seguir o rapaz. Ah! Que história, não? Foram  quatro anos de mitificação pela mídia americana.
Do mesmo modo que nosso casal Maria e Lampião, os dois foram mortos numa emboscada da polícia (1934), poucos anos depois seria a vez dos nossos cangaceiros. Morreram por uma causa. 

Deus me livre.

Escute essa música com Brigitte Bardot e Gainsburg:




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Vamos às ruas protestar contra as discriminações: já! I want you!

Manhattan Express. Centenas de pessoas foram interrogadas, mais de 200 cidadãos estão presos: há dois dias que Nova York uma multidão grita nas ruas contra a decisão das autoridades de não indiciar um tal Daniel Pantaleo, um policial branco que sufocou até a morte um negro em julho passado.



Fico pensando, a partir de tais fatos, como anda nosso planeta, nossa cidade Recife, esse país chamado Brasil, as intolerâncias que sofremos e infringimos todos os dias; as especulações e toda uma trama de coisas que vamos tecendo, às vezes até sem dar conta de olhar o painel de longe.
Lembro de como é bom caminhar tranquilo em New York, ir a um museu, um passeio pelo parque, um café, um teatro, palestras. Lembro de tantos autores que já falaram sobre a cidade, cantaram seu modo de ser. 
Uma vez, quando estava lá, eu escrevi um conto no estilo beatnik. Qualquer dia publico aqui no blog para vocês.
Por enquanto vamos ouvir Caetano Veloso em clima retrô:

https://www.youtube.com/watch?v=V6sgv2bcrgM



ou ainda na enigmática Manhattan:

https://www.youtube.com/watch?v=e_4MYPw0V8I



moisesneto em dias mais calmos
hoje Manhattan protesta
EUA vivem dias de intolerância?
Ah! O nome doce da cunhã...
Também escrevi um longo poema épico sobre o 11 de setembro e suas trágicas consequências:







quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

DESEJO de VOAR ou RINALDO por ELE MESMO


 

Entre o ser humano e a pedra cotidiana
é preciso e urgentíssimo reinventar a
poeticidade sem fronteiras. Com os pés
no chão da artevida os desafios
das linguagens intervisuais: desenho,
pintura, gravura, escultura, cerâmica.
Dialogismo das artes expandidas.
DESEJO DE VOAR que atravessa, percorre
e transfigura mitologias da Grécia para
Toritama, perpassando os NÓS de nossa
historicidade. Ninguém ousaria replicar
influências que se transmutam:
do muralismo mexicano aos cordeis
de J. Borges. O voo de Ícaro redescobrindo
correntezas e labirintos de João Cabral,
Samico, Picasso, Miró...
Transe por diferenciações.
Eles sempre souberam voar com os pés
no território de carências e vontades.
O artista se condensa no tempo: antes e
agora. Sujeito singular de pluralidades.
Não deseja ocultar-se em Brasília:
- “Eu vi, porque fui pra lá”. Coragem.
Sua visão entre abismos imaginários:
- “O olhar contorcido pela úmida razão”.
Jamais iludir-se com a fogueira dos
racionalismos explicativos. Dominadores.
Por todos NÓS que raramente conseguimos
escapar do império dos sentidos e outros
devaneios narcisistas persistentes.
Nosso RINALDO continua apostando no
EX-PERI-MENTAL sem dono nem propriedade,
desdobrando-se de olhos abertos para
os mistérios do mundo.
Porque ELE sabe voar agora e sempre.
JOMARD MUNIZ DE BRITTO

O inacreditável calendário homoafetivo da Igreja Ortodoxa está causando pasmo e incredulidade?

Ainda não entendi bem (até fica difícil acreditar que isso seja um fato) a proposta do chamado “calendário erótico gay" de padres na Rússia, com imagens de padres (ortodoxos) nus ( R$ 40) que foi lançado por “entidades que defendem os direitos homossexuais”.  As fotos foram tiradas em igrejas (!) ao sul de Moscou com padres que acreditam que a união de pessoas do mesmo sexo não é crime, como sugere o patriarca ortodoxo Kirill. 


E está fundada a primeira organização global contra a homofobia na religião ortodoxa. O calendário chama-se "Saligia" (acrônimo em latim para os 7 pecados capitais) .O presidente Vladimir Putin proibiu qualquer divulgação de sinais homossexuais na presença de crianças e adolescentes, a multa pode chegar até a 1 milhão de rublos, prisão e até a expulsão do país!
E viva a liberdade de expressão.
Todos têm o direito à felicidade.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Mona Lisa: mais uma teoria

Por essa nem Dan Brown esperava: A alma de Leonardo Da Vinci nunca terá sossego. Sua criatura Mona Lisa é uma das responsáveis por isso. 
Camille Paglia já disse que George Lucas é, hoje um artista mais importante que ele, mas Leo é imbatível: dessa vez um pesquisador italiano que atende pelo nome de Angelo Paratico, afirmou que a Gioconda era na verdade a mãe do pintor e seria uma “escrava” chinesa; como “prova" ele destaca o vegetarianismo e a forma de escrever com a mão esquerda de Da Vinci. Pode? 
O nome dela seria Caterina, uma escrava chinesa na Itália e só agora "descobriram"! Obviamente essa relação não era aceita pelos italianos. Dizem até que Freud (1910)já "alertara" sobre o quadro: “a paisagem é chinesa e o rosto tem traços semelhantes aos chineses”.