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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Quem vai ao Baile Municipal 2017, no Recife?


É dia 18 de fevereiro de 2017, neste sábado, no Chevrolet Hall.

Moisés Neto e Manoela Rodrigues curtem o Baile Municipal, no Recife


Uma prévia numa estrutura legal.
Eu vou, de novo! Gosto.
Ah! Os homenageados escolhidos deste ano?  Almir Rouche e Caboclinho Carijós do Recife, uma agremiação que brinca há 121 anos!

 E viva o Caboclinho Carijós do Recife, uau!


A programação desta 53ª edição do Baile?


Elba Ramalho
Geraldo Azevedo
Maestro Spok
Nena Queiroga
André Rio
Maestro Duda
Gerlane Lops
Coral Edgar Moraes
Adriana B.
Homenageados:
Almir Rouche
Caboclinho Carijós do Recife

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

GLOBOBOYS: kkkkkkkCauã Reymond está fazendo algo no Recife?

Uma amiga minha me liga e pergunta:
- Cauã Reymond está fazendo algo no Recife, você que é de teatro, Moisés Neto, diga!
- Sim, o filme de Cláudio Assis, Piedade.
(ela resmunga algo pra quem está ao lado dela (ao fone: "não disse que era ele?";  e desliga sem me dar tchau; sorrio das nossas estupidezes caóticas urbanoides recifenses...)


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

BOA NOITE, COM ROMEU E JULIETA, ATO III, CENA V

Cena V
Uma sacada que dá para os
aposentos de Julieta, sobre o jardim.




JULIETA — Já vai embora? Mas se não está nem perto de amanhecer! Foi o rouxinol, não a cotovia, que penetrou o canal receoso de teu ouvido. Toda a noite ele canta lá na romãzeira. Acredita-me, amor, foi o rouxinol.

ROMEU — Foi a cotovia, arauto da manhã, e não o rouxinol. Olha, amor, as riscas invejosas que tecem um rendado nas nuvens que vão partindo lá para os lados do nascente. As velas noturnas consumiram-se, e o dia, bem-disposto, põe-se nas pontas dos pés sobre os cimos nevoentos dos morros. Devo partir e viver, ou fico para morrer.


JULIETA — Essa luz não é a luz do dia, eu sei que não é, eu sei. É só algum meteoro que se desprendeu do sol, enviado para esta noite portador de tocha a teu dispor, e iluminar-te em teu caminho para Mântua. Portanto, fica ainda, não... precisas partir.

ROMEU — Que me prendam! Que me matem! Se assim o queres, estou de acordo. Digo que aquele acinzentado não é o raiar do dia; antes, é o pálido reflexo da lua. Digo que não é a cotovia que lança notas melodiosas para a abóbada do céu, tão acima de nossas cabeças. Tenho mais ânsia de ficar que vontade de partir. — Vem, morte, e seja bem-vinda! Julieta assim o quer. — Está bem assim, meu coração? Vamos conversar... posto que ainda não é dia!

JULIETA — É dia sim, é dia sim. Corre daqui, vai-te embora de uma vez! É a cotovia que canta assim tão desafinada, forçando irritantes dissonâncias e agudos desagradáveis. Alguns dizem que a cotovia separa as frases melódicas com doçura; não posso acreditar, pois que ela vem agora nos separar. Alguns dizem que a cotovia e o odiável sapo permutam seus olhos; como eu gostaria, agora, que eles também tivessem permutado suas vozes! Essa voz alarma-nos, afastando-nos um dos braços do outro, já que vem te caçar aqui, com o grito que dá início à caçada deste dia. Ah, vai-te agora; ilumina-se mais e mais a manhã.

ROMEU — Ilumina-se mais e mais... enquanto anoitece em nossos corações!

[Entra a Ama.]

AMA — Madame!

JULIETA — Ama?

AMA — A senhora tua mãe vem vindo para os teus aposentos. Amanheceu. Sê prudente, cuida do que acontece à tua volta.

[Sai.]

JULIETA — Então, janela, deixe entrar o dia e deixe fugir a vida.

ROMEU — Adeus, adeus! Um beijo, e eu desço.

[Desce.]

JULIETA — Estás indo embora assim? Meu esposo, meu amor, meu amigo! Preciso ter notícias tuas todo dia, a cada hora, pois num único minuto cabem muitos dias. Ah, por essa contagem estarei velhinha antes de reencontrar o meu Romeu.

ROMEU — Adeus! Não perderei oportunidade em que possa transmitir a ti, amor, meus sentimentos.

JULIETA — Acreditas que nos veremos de novo?

ROMEU — Não duvido nem por um momento. E todas essas aflições servirão de tema para doces conversas em nosso futuro.

JULIETA — Ah, Deus! Como minha alma é agourenta. Penso ver-te, agora que estás aí embaixo, como alguém morto, no fundo de uma tumba. Ou meus olhos estão me enganando ou estás muito pálido.

ROMEU — Acredita-me, amor, enxergo-te igualmente pálida. A tristeza, insensível, nos bebe todo o sangue. Adeus, adeus!

[Sai, abaixo da sacada]

      (Romeu e Julieta, de William Shakespeare)

Trump em Olinda, prévias do carnaval de Veneza, Salvador com carnaval mais fraco, expresidente do Peru está "foragido" nos EUA e Suíça afrouxa regras de imigração: FIM DE SEMANA TÓRRIDO

Donald Trump é o pato da vez, no carnaval de  Olinda: um bonecão com ares de Hitler vai atiçar a galera na folia (17 kilos para carregar nas costas, difíceis de fazer rir? Não. Pois é). Enquanto isso, na complicada e mandona Europa...  o beneficiados com a grana curtem as prévias do carnaval de Veneza!


Veneza (que saudade!) : finos e fofos numa tradição onde até os ricos se misturavam com a gandaia geral...



O carnaval de Veneza (com prévias e tudo que tem direito...) acontece entre os dias  11  e 28 de fevereiro de 2017! Enquanto isso,  do lado de baixo do Equador (ai,  mas que calor, alalaô ô ô ô ô ô ô!), Salvador está com carnaval bem mais fraco, vários blocos como o indefectível CHEIRO DE AMOR não vai sair, por falta de dinheiro (depois de 37 anos de resistência e lucro!); já o ex-presidente do meu queridíssimo Peru está "foragido" (pegou milhões de dólares da ODEBRECHT) nos EUA (provavelmente e o atual presidente peruano quer extraditá-lo (será que rola, hein, Mr. Trump?).   E a Suíça (paraíso fiscal de tantos ladrões internacionais, oh yeah!) afrouxa regras de imigração: neto de imigrante, cujos avós moram no danado do país, terão direito à cidadania.



PECULIARIDADES DE PERNAMBUCO

Uma das agremiações, dentre as  que acho mais peculiares no Recife, são os


índio tupinambá



 ÍNDIOS: folguedo originário da Paraíba e  Recife. Nas Tribos de Índios, os organizadores são denominados mestres e quase sempre são seguidores de cultos indígenas como a Pajelança, sendo da linha do Catimbó(desfilam por vezes "atuados" / incorporados pelos espíritos dos caboclos.
Dançam em duas filas, com índias de um lado e índios do outro, as primeiras portando machadinhas e os segundos portando pequenas lanças, as tribos de índios são muitas vezes confundidas com as tribos de caboclinhos. Uma das características marcantes da diferença é a não utilização das preacas pelas tribos de índios, comuns aos caboclinhos, e o figurino mais simples. Pintam os rostos de vermelho, com cocares de penas de garça, de ema ou de galinha, usam pequenos escudos, e o conjunto tem uma coreografia variada, com um número de quatro a nove danças para cada tribo, sempre acompanhada por um conjunto de músicos formados por duas gaitas, dois ganzás e três surdos. 

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Uma tarde deliciosa com arte e carinho

“Mercado de Escravos de Valongo” (Moisés Neto E TELMA APARECEMOS NA FOTO, JUNTO COM ESTA PINTURA)


O Instituto Ricardo Brennand recebe a exposição “Debret e a Missão Artística Francesa no Brasil - 200 Anos”, marcando os dois séculos da chegada do artista europeu ao Brasil. Debret, que foi convidado por Dom João VI a retratar as cenas monárquicas e estruturar a Escola de Belas Artes, se dedicou também a realizar um impressionante número de 700 desenhos, em grande parte aquarelas, reproduzindo o dia a dia da população da cidade sede do então Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.A mostra, que tem curadoria do renomado sociólogo e filósofo Jacques Lenhardt, já passou por Paris (Maison de l’Amérique Latine), e, no Recife, terá um recorte especial com 79 aquarelas e um exemplar do livro “Viagem pitoresca e histórica ao Brasil”.



 A famosa pintura a óleo “Mercado de Escravos de Valongo”(EU E TELMA APARECEMOS NA FOTO,  AO LADO DESTA PINTURA), do acervo permanente do colecionador pernambucano Ricardo Brennand, também vai compor a exposição.“Debret e a Missão Artística Francesa no Brasil - 200 Anos” fica em cartaz no Recife até o dia 2 de abril.
São desenhos pequenos e vale por estarmos tão carentes de história da arte, pelo menos. 
E uma tarde em meio a amigos e aquela coleção é sempre bem vinda...

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Lady Gaga dá continuidade à sua escatológica carreira

Dando continuidade à sua escatológica carreira, a norte- americana Lady Gaga, que já se vestiu com carne, usou e abusou de aberrações em shows, clipes, performances etc., tenta , a qualquer custo, sobreviver na mídia, e ressurge com força, antes no intervalo do indefectível Superbowl ianque e agora com um clipe nonsense onde se nota que ela, depois de juntar tudo que era sucesso seu durante a tal partida dos playboys e se pendurar em cabo de aço, traz um produto estranho e um tanto inquietante em sua apelação. trata-se da música John Wayne, que na minha opinião tem tudo a ver com o momento estadunidense.




Lá vai um trecho da letra:

So here I go
To the eye
Of the storm
Just to feel your love
Knock me over
Here I go
Into our love storm

(dat - doo - deet - doe)
(dat - doo - deet - doe
Dat - doo - deet - doe)
Baby let's get high, john wayne
(dat - doo - deet - doe)
(dat - doo - deet - doe
Dat - doo - deet - doe)
Baby let's get high, john wayne

Que poesia, hein? Ainda tem uma cena, no clipe, em que um cãozinho é atropelado e esmagado (é bem rápido, mas a patrulha ideológica já exibe em câmera lenta).



Madonna adota duas gêmeas africanas




“Posso confirmar oficialmente que completei o processo de adotar gêmeas do Malaui e estou radiante que elas agora fazem parte da nossa família”, escreveu Madonna na legenda da imagem no seu Instagram. “Eu estou profundamente agradecida a todos no Malaui que me ajudaram a tornar isso possível, e peço à imprensa para respeitar a nossa privacidade nesse período de transição.”