Pesquisar este blog

domingo, 7 de janeiro de 2018

Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL, visita o Museu Arqueológico Nacional de Atenas

Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL,  visita o Museu Arqueológico Nacional de Atenas, CANECAS DE OURO, MILENARES E FASCINANTES 



Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL,  visita o Museu Arqueológico Nacional de Atenas, O DEUS HERMES

Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL,  visita o Museu Arqueológico Nacional de Atenas, PINTURAS SURPREENDENTE, MILENARES

Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL,  visita o Museu Arqueológico Nacional de Atenas, PINTURAS SURPREENDENTE, MILENARES



Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL,  visita o Museu Arqueológico Nacional de Atenas



Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se com a riqueza cultural e natural da Grécia

Das que mais Moisés Neto, no Museu Arqueológico Nacional de Atenas: Máscara mortuária de Agamenon,ouro puro...


Mar Egeu, Grécia Templo de Poseidon; Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se  com a riqueza cultural e natural da Grécia

Mar Egeu, Grécia Templo de Poseidon; Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se  com a riqueza cultural e natural da Grécia


Mar Egeu, Grécia Templo de Poseidon; Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se  com a riqueza cultural e natural da Grécia


Mar Egeu, Grécia Templo de Poseidon; Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se  com a riqueza cultural e natural da Grécia


Mar Egeu, Grécia Templo de Poseidon; Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se  com a riqueza cultural e natural da Grécia


Moisés Monteiro de Melo Neto, Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, emociona-se na tumba de Agamenon, em Micenas

Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, emociona-se na tumba de Agamenon, em Micenas; local que Dom Pedro II, também emocinado, em 1888, deu um banquete que durou muitas horas.

 Moisés Monteiro de Melo Neto emociona-se  com a riqueza cultural e natural da Grécia: "aqui estou na tumba de Agamenon, isto mostra que o tempo é relativo, e nós efêmeros seres, podemos nos perpetuar nele, de vários modos". Túmulo de Agamenon. Atridas danados! Delicia para as Erineas... Micenas (IPA: [/my'ke:nai/], em grego moderno, Μυκήνες IPA: [/mi'cines/]), é um sítio arqueológico na Grécia, localizado cerca de 90 km a sudoeste de Atenas, no nordeste do Peloponeso. Argos fica a 11 km para sul; Corinto, 48 km para norte. Do monte onde se localiza o palácio, avista-se a Argólida até o golfo Sarónico.No segundo milênio a.C., Micenas foi um dos maiores centros da civilização grega e uma potência militar que dominou a maior parte do sul da Grécia. O período da história de cerca de 1600 a cerca de 1100 a.C. é chamado Micénico em reconhecimento à posição de liderança de MicenasAgamemnon (em grego: Αγαμέμνων, transl. Agamémnon) é uma tragédia grega, de autoria de Ésquilo.


AGAMENON: Faz parte da trilogia Oresteia, que inclui também as tragédias Eumênides e Coéforas. Esta trilogia, que era seguida pelo drama satírico Proteu (perdido), foi representada pela primeira vez em 458 a.C. nas Festas Dionisíacas de Atenas, em que ganhou o primeiro prémio.A cena inicial se dá no palácio dos Átridas, em Argos, onde um vigia aguarda o sinal que anunciará o fim da Guerra de Troia. Depois de dez anos, Agamenon volta vitorioso, trazendo ricos despojos, a grande motivação da campanha. Clitemnestra prepara recepção calorosa para seu marido, mas como já havia planejado com seu amante Egisto, mata Agamemnon e a vidente Cassandra, vinda de Troia, vingando a filha Ifigênia, sacrificada pela vitória na guerra.O Tesouro de Atreu, também chamado Tumba de Atreu e Tumba de Agamenão, é a tumba abobadada, ou tolo, mais monumental que se conhece em Grécia. Está nas cercanias de Micenas, e a princípio é atribuído a Atreu, o pai do grande rei Agamemnon, cabeça visível da guerra dos aqueus contra Troia, pois que acostuma datar-se no século XIII a.C.

Esta tumba pertence à arte creto-micênica. Segue o modelo difundido por todo o Mediterrâneo de tumba precedida por um corredor. Neste caso, tem duas câmaras, destacando-se a "falsa abóbada" da maior delas. Obtém-se mediante fiadas concêntricas de silhares que vão reduzindo o espaço, pelo qual as suas pressões são verticais e não oblíquas, como numa verdadeira abóbada.

O britânico Lord Elgin levou uma parte da entrada sustentada por colunas para o seu país, onde ficou exposta no museu Britânico.


Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, emociona-se na tumba de Agamenon, em Micenas. Micenas  é um sítio arqueológico na Grécia, localizado cerca de 90 km a sudoeste de Atenas, no nordeste do Peloponeso. Argos fica a 11 km para sul, Corinto, 48 km para norte. Aqui está a famosa porta dos dois leões, a principal da cidade grega antiga.

Prof. Dr. Moisés Monteiro de Melo Neto, Professor da Universidade estadual de Alagoas, UNEAL, emociona-se na tumba de Agamenon, em Micenas. Micenas  é um sítio arqueológico na Grécia, localizado cerca de 90 km a sudoeste de Atenas, no nordeste do Peloponeso. Argos fica a 11 km para sul, Corinto, 48 km para norte. Aqui está a famosa porta dos dois leões, a principal da cidade grega antiga. Lá atrás pode-se ver a cidade de Argos. No caminho, antes de chegar aqui, passei por Corintos, onde São Paulo viveu por 11 meses e escreveu suas cartas; há restos do porto de onde ele partiu.


Teatro de Delfos, no MONTE PARNASO e o oráculo de Delfos, dedicado a APOLO, no Monte Parnaso


Professor Moisés Monteiro de Melo Neto, da Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL, emocionou-se no Monte Parnaso


(em grego: ΄Ορος Παρνασσός, transl. Óros Parnassós) é uma montanha de pedra caliça (calcário) situada no centro da Grécia, cujo cume está a 2 457 metros de altitude, sobre a antiga cidade deDelfos (Δελφοί), a norte do golfo de Corinto. É um dos parques nacionais da Grécia.Oferece uma espectacular vista panorâmica dos seus arredores, cheios de olivais, dominando a região oriental da Stereá Elláda (literalmente, a "Grécia sólida", "firme"). As vertentes estão cobertas de abetos cefalónios que enchem de colorido no Verão os prados silvestres. São muito comuns os abutres e a águia-real, tal como os lobos que descem dos montes Pindo no Inverno.

As localidades mais próximas são a de Delfos (Δελφοί, hoje em ruínas) e Aráchova (Αράχωβα), famosa pelos seus vinhos, queijos e tapeçarias de lã de ovelha. O cume mais alto é o pico Liákoura, lugar de encontro para alpinistas. Há uma estância de esqui chamada Fterólaka a 26 km de Aráchova.






Fui ao Teatro de Epidauro


Moisés Monteiro de Melo Neto, dramaturgo recifense, emoção no Teatro de Epidauro


Sim, aqui estou, matando a sede na fonte. Teatro de Epidauro. O vilarejo de Epidauro, próximo da cidade grega de Corinto, na época da construção do teatro, era um importante entreposto comercial e religioso.

Construído na primeira metade do século IV a.c, pelo escultor e arquiteto grego Policleto, o Teatro de Epidauro se caracteriza pela notável acústica, que permite que um simples e discreto estalo com os lábios ou um pequeno suspiro seja ouvido até a última de suas vinte fileiras, ou, ainda, que os eventuais treze mil espectadores (essa é a capacidade atual do teatro) não perca um único fragmento de tais sons. Exagero? Não! Quando o homem usa sua inteligência para o bem, ele é capaz de feitos grandiosos, onde inúmeras gerações se lembrarão, com nostalgia, de todos os seus maravilhosos feitos.
Os estudiosos atribuem ao formato semicircular e anfiteatral do teatro de Epidauro essa excelente acústica. Os sermões realizados por Jesus Cristo a grandes multidões são capazes de atestar tal feito, visto que eles eram realizados, muitas vezes, em anfiteatros naturais, como encostas de colinas.
O acentuado declive em que as fileiras de assentos são dispostas faz com que a distância do palco às fileiras superiores seja reduzida, não permitindo que o som se enfraqueça até chegar às fileiras superiores. A isonômica dispersão do volume deve-se, também, ao fato de que as fileiras são corretamente distribuídas. A boa qualidade do mármore usado, a propagação do som após bater na superfície dura e compacta da orquestra, o silêncio e a brisa suave também contribuem para a perfeita acústica.
O Teatro é divido em partes: a orquestra, uma área circular e plana, circundada por uma faixa estreita de mármore, onde se realizavam as danças e o coro e, por trás dela, o palco, onde, atualmente, só restam as fundações. O chão é de terra batida e, no seu meio, há um altar. No começo, os atores se apresentavam para a platéia na orquestra e utilizavam, como cenários, pranchas triangulares e giratórias colocadas em todo o perímetro do teatro. Só depois é que o elenco passou a se apresentar no palco, fixando os cenários nas paredes do mesmo.
Festivais da fertilidade comemoravam a colheita, a vindima, a inexorável perspectiva da morte e a renovação da vida e, contemporâneo a esses festivais, surgiu o drama. As orgias, como também eram conhecidas tais festividades, eram consagradas a Dionísio, o mítico deus grego do vinho e da fertilidade. Como parte das celebrações havia as histórias, onde, a partir daí, estabeleceu-se três tipos de narrativa: a tragédia, a comédia e a sátira, as quais tinham forte apoio dos governantes locais com vistas a fortalecer seu poderio político.
As peças, de modo geral, eram compostas por um coro composto por, mais ou menos, 10 ou 15 pessoas e atores que, em cada cena, encarnando seus personagens, não passavam de três. Como sinônimo de "aqueles que respondem ao coro", os atores eram chamados de hipokritay que, como sabemos, passou a adjetivar, metaforicamente, aquelas pessoas que agem de uma forma, mas conduzem suas vidas de forma completamente oposta aquilo que, fervorosamente, defendem.
O Teatro de Epidauro foi, no decorrer do tempo, coberto pela vegetação local, as colinas ondulantes e os oliveirais. Tal fato o fez ficar conservado por todo esse tempo. Nada mais, nada menos, que seis metros de solo o protegeram por esse longo período. Foi apenas no século XIX que um arquiteto grego, chamado Panagis Kavadias, aguçado pela descrição do geógrafo grego Pausânias acerca do monumental esplendor arquitetônico do teatro de Epidauro, o redescobriu sob as já citadas colinas, mais precisamente em 1881.
Após a descoberta, seguiram-se seis anos de escavações e muito trabalho árduo, findos os quais fez ressurgir o imponente teatro, quase intacto.

A peça RICARDO III com adaptação do dramaturgo Moisés Monteiro de Melo Neto, inspirado na obra de William Shakespeare

A peça RICARDO III, que tem texto do dramaturgo Moisés Monteiro de Melo Neto, inspirado na obra de William Shakespeare, expõe de maneira poética e feroz dos relacionamentos humanos como um jogo de interesses, às vezes, maquiavélicos. A montagem, que no Janeiro de Grandes Espetáculos terá seu projeto europeus,dirigido e reconstruído (a partir da versão de de Moisés Monteiro de Melo Neto, pelo diretor espanhol Moncho Rodriguez, , é resultado de um de um intercâmbio artístico com o diretor espanhol Moncho Rodriguez, o ator Júnior Sampaio, brasileiro radicado em Portugal (Diretor Artístico do ENTREtanto TEATRO) e Suzana Costa, premiada atriz pernambucana. Trata-se de um drama história cravado por uma trama psicológica que retrata o cruel monarca inglês que nasceu em 1452 e cuja família entrou em guerra contra a casa de Lancaster  pelo domínio do país. Os Yorks tinham como brasão uma rosa branca. Os Lancasters, uma vermelha. A Guerra das Rosas; seu irmão, Eduardo, derrotou o rei Henrique VI e tomou a coroa para si. Eduardo fez de Ricardo, príncipe e o premiou com terras e dinheiro. Ricardo começa sua ascensão criminosa seduzindo a poderosa Ana Neville.1480: Ricardo é grande guerreiro, mas para ser rei, teria que eliminar os filhos do irmão, e executar alguns nobres; assim tornar-se rei. Ana Neville, viúva de Eduardo de WestminsterPríncipe de Gales e que morreu na batalha de Tewksbury, teria, para ser rainha consorte, que se casar com o corrupto e golpista Ricardo, em meio à guerra de famílias pelo trono. A peça mostra os bastidores do Poder e suas intrigas pessoais.
Texto:  Moisés Monteiro de Melo Neto
Direção: Moncho Rodriguez

Elenco: Júnior Sampaio e Suzana Costa

No Brasil a peça foi levada ao ar pela RÁDIO FOLHA FM 96,7
Tendo Moisés Neto no papel de Ricardo III e Patrícia Breda no papel de Ana  Neville.




Moisés Neto com colegas, em Londres, também professores universitários; num restaurante do Gordon Ramsay

Ontem, jantando antes de ontem, com colegas, em Londres, também professores universitários; num restaurante do Gordon Ramsay (ele é o chef mais insultuoso da cozinha mundial está a fazer das suas no Twitter. Várias pessoas estão a marcar a conta oficial de Gordon Ramsay em algumas fotos que partilham na rede social, tudo para terem um comentário do chef britânico. E como se espera, o chef não é simpático e diz tudo o que pensa como qualquer concorrente de reality show.
Se não é bom e não tem bom ar, é isso mesmo que escreve — o que acontece na maioria das vezes. Mas também há pratos que merecem uma avaliação bem positiva, nada comparado com os gritos, atirar de comida ao lixo ou “Its Rawww!” que ouvimos em programas como “Kitchen Nightmares“, “MasterChef” ou “Hell’s Kitchen”.
Basta ir  à conta do Twitter do chef Gordon Ramsay e ver alguns dos últimos comentários.